No ano de 1535 Paulista era uma vila com duas freguesias, Paratibe e Maranguape, e formava parte do município de Olinda. Suas principais fontes de renda eram a indústria, a pesca e a agricultura, em especial a cana-de-açúcar.

Em meados do século XVI as terras de Paratibe e Maranguape foram doadas por Duarte Coelho a Jerônimo de Albuquerque pelos serviços prestados a colônia.

Anos mais tarde, Jerônimo de Albuquerque cedeu as terras de Paratibe a Gonçalo Mendes Leitão, no momento de contrair matrimônio com sua filha. Posteriormante com a morte de Mendes Leitão, seus herdeiros venderam as propriedades, dividindo-se a partir deste momento em Paratibe de Cima e Paratibe de Baixo.

No ano 1656 a frequesia de Maranguape foi adquirida por João Fernandes Vieira e ao final deste século, no ano 1689, as duas frequesias, Paratibe e Maranguape, foram vendidas ao bandeirante paulista, Manoel Alvares de Morais Navarro, conhecido como “Paulista”, dando origem ao atual nome da cidade.

Os séculos posteriores caracterizaram-se pelo crescimento tanto político como econômico para a cidade. Paulista foi o segundo distrito de Olinda até o ano de 1935, o qual se converteu em município independente e atualmente está formado pelos distritos de Paratibe, Arthur Lundgren I, Arthur Lundgren II, Jardim Paulista Baixo, Jardim Paulista Alto, Conceição, Janga, Pau Amarelo, Nobre, Maranguape I, Maranguape II, Jardim Maranguape, Cidade Tabajara, Alamada Paulista, Maria Farinha e Mirueira.