O esquema montado pelo PSDB para realizar a prévia que definirá o candidato da sigla à Prefeitura de São Paulo parece coisa de filme americano. Para garantir a “lisura” do mecanismo, os tucanos vão utilizar dados criptografados, senhas de segurança e núcleos de apoio técnico com 12 agentes espalhados pelas quatro regiões da cidade. O custo dessa parafernalha toda é de R$ 250 mil à legenda, é o que mostra uma reportagem da Folha de S.Paulo.

A votação ocorrerá no próximo dia 255 e será secreta, das 9h às 15h. O PSDB de São Paulo aguarda o comparecimento de 6 mil a 8 mil militantes. Atualmente, três pré-candidatos disputam a preferência da militância. São eles: o secretário estadual José Aníbal, o ex-governador José Serra e o deputado Ricardo Tripoli. Na prévia, o partido vai utilizar tablets – que serão instalados em cada um dos 58 diretórios zonais da sigla na capital paulista -, ao invés das urnas tradicionais.

Para votar, o filiado deverá levar um documento com foto até o seu diretório. Lá, um “mesário” escolhido pela Executiva Municipal digitará o número do título de eleitor no primeiro tablet. Feita a conferência dos dados, o sistema liberará o voto no segundo tablet, instalada em local distante. Com um toque na tela, o militante deverá escolher um candidato, votar em branco ou nulo.

Fonte: Blog da Folha